Tecendo redes de conhecimento no Ciberespaço

O que há de novo e inédito com as tecnologias da informação e da comunicação é a parceria cognitiva que elas estão começando a exercer na relação que o aprendente estabelece com elas.

Assman (2005, p.19)


Este blog é um espaço de compartilhamento de criações textuais diversas com o objetivo de criar uma rede de conhecimentos através das novas tecnologias e da inteiração em rede!

Bem Vindo...

Bem Vindo...

A sabedoria consiste na busca incessante do criar e recriar, onde os saberes são reinventados a cada instante em uma construção constante e ininterrupta!

Paula Oliveira

domingo, 11 de dezembro de 2011

Os quatro pilares da aprendizagem colaborativa


“ Estar à altura de explorar e aproveitar do começo ao fim da vida, todas as ocasiões de atualizar, aproveitar e enriquecer estes primeiros conhecimentos, e de adaptar a um mundo de mudança”
(Delors et al, 1998, p.89)


A aprendizagem Colaborativa surge da necessidade de inserir metodologias interativas na educação, abrange um ensino com pesquisa, abordagem progressiva, visão holística, são trocas ativas de idéias. Favorecendo que alunos de diversos níveis de performance trabalhem juntos em pequenos grupos tendo uma única meta, que proporciona a interatividade.
            O acesso ao conhecimento é facilitado através das Tecnologias da Informação e das comunicações, o que acaba alterando as relações do ser humano em diversas áreas do conhecimento, conduzindo com igualdade as possibilidades de acesso ao conhecimento, ajudando na construção de uma aprendizagem colaborativa entre todos.
            De acordo com Delors e colaboradores, ao elaborar para a UNESCO o relatório da comissão Internacional sobre educação para o século XXI, foi exposto um capítulo sobre os quatro pilares da educação, considerado pelos autores, fundamentais, organizados da seguinte forma: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser.
            O que percebemos é que na EAD esses pilares estão sendo difundidos. A aprendizagem colaborativa em conjunto com a educação a distância proporciona ampla disponibilidade de armazenamento e circulação de informações no novo século e favorece o papel da educação diante deste contexto de abundante potencialidade cognitiva. O estudo das aquisições ou mesmo da aprendizagem em si, através da EAD implica em uma eminente necessidade hoje, para que possamos construir com mais autonomia e democraticamente a difusão e expansão da Aprendizagem Colaborativa concomitante com a EAD.

Educação na sociedade capitalista


         Tendemos a nos envolver com tudo que a sociedade nos proporciona, sejam elas coisas ruins ou boas, em relação a isso, a educação objetiva nos emoldurar nas expectativas do meio social em que vivemos. Em detrimento ao homem a sociedade capitalista surge abruptamente, trazendo consigo mazelas para a sociedade de forma que muitos estejam por baixo e poucos por cima. A educação sendo um mecanismo de ordem como pensam alguns, poderia servir para criar no homem a capacidade de emancipar-se para livrar-se da opressão que o consome.
           Ao estudar a sociedade Karl Marx busca ver a realidade como ela é, mas perscrutando de todas as formas visando à reconstrução e ao seu entendimento. Ele generalizou em suas práticas as ciências sociais (a sociologia, a história e a economia política), por outro lado seu pensamento pretende vislumbrar como a realidade deveria ser, ele fazia filosofia e também era um militante político.
            Intermediando a relação entre os homens e a natureza e dos homens entre si, aparece o trabalho. É através dele que o homem muda a natureza colocando ela a seu serviço. Através do trabalho o homem vive e agrega valores, que favorecem a reflexão intelectual e a produção de meios para potencialização dos seus resultados. Visto que, essa culminância resulta na atividade produtiva para muitos e no esforço reflexivo para poucos, onde por sua vez surgem as forças produtivas, que são necessárias porque o homem precisa trabalhar para viver. No empenho de aumentar a produtividade desencadeou-se uma divisão do trabalho determinando as forças produtivas que é também a expressão da existência de diferentes formas de propriedade conduzindo a uma separação básica que remete a desigualdade social. Quando os homens assumem o controle sobre as forças produtivas, as relações de propriedade, a este conjunto chamam “modo de produção”. Historicamente passaram por diversas transformações destacando: o modo de produção escravista antigo, o modo de produção feudal e o modo de produção capitalista. As classes sociais surgem dessas diferentes relações de propriedade. A diferença entre as classes sociais obriga a cada um conduzir a sua vida da forma como está obrigado a fazer, como está obrigado a trabalhar e viver. A classe dominante é construída para sobressair-se, através de uma luta que assumiram, que criaram entre as classes sociais. A busca pelo lucro imediato fomentou e conduziu ao capitalismo, reforçado pelo desenvolvimento tecnológico daqueles séculos surgindo a necessidade de abandonar o artesanato e viver de salário nas fábricas. O capitalismo separou o trabalhador da sua autonomia, a qual era exercida através do seu trabalho, ele passa a perceber o trabalho como algo fora de si, o que Marx dá o nome de alienação, eles adquirem uma consciência falsa do mundo em que vivem, a dominação de uma classe sobre a outra vêem como fatos naturais. Já a ideologia é um sistema de idéias ordenadas de concepções, de regras e de normas que obrigam os homens a comportarem-se segundo a vontade do sistema.
            O capitalismo mudou o modo de viver, pensar e de agir das classes sociais que eram divididas entre as dominadoras e as dominadas, Marx diz que o salário não remunera todo o trabalho realizado, mas apenas uma parte dele, a outra parte é apropriada pelo capitalista e se transforma em lucro.
            Educar no mundo industrial era identificada como uma arma valiosa a ser empregada em favor da emancipação do ser humano, de sua libertação, da exploração e do jugo do capital. Entretanto essa educação era mais para a alienação do que para a emancipação, devido a ser um direito de quem está no poder, instrumento da ideologia da classe dominante, um modelo que não serve para a classe trabalhadora.
        A educação na sociedade capitalista é um elemento de manutenção da hierarquia social, sendo assim a pobreza  do aluno o afasta de um sistema educacional que vise a sua emancipação. Contudo, a integração do estudo com o trabalho constitui-se na maneira de sair da alienação crescente trazer o homem à sociedade, onde deve ser realizada desde a infância. O básico é que haja educação para o ensino intelectual, o desenvolvimento físico e o aprendizado profissional polivalente. A classe trabalhadora onde há predominância de alunos pobres, conduz para a vida uma consciência negativa da sua vida e das suas perspectivas de futuro, havendo a necessidade de um processo educativo voltado aos interesses da grande maioria excluída.

A formação e o desenvolvimento da Sociologia no pensamento europeu do século XlX.



  •   Contexto histórico

O contexto histórico decorrente de diversas manifestações e revoluções, tais como a Revolução Francesa, Revolução Industrial, o Renascimento, o Iluminismo, Propiciaram o surgimento da Sociologia transcorrendo num momento de grande expansão do Capitalismo, a considerar que a sociedade passava por transformações contundentes no concernente a tais acontecimentos.        
             Os problemas sociais surgiam com intensidade dando margem às críticas em relação ao Capitalismo, onde surgiam contestações à ordem vigente e novas propostas de organização da sociedade.
            Na década de 1830, apareceram pensadores ingleses e franceses que eram chamados de socialistas. Eles acreditavam que a economia não deveria beneficiar poucos indivíduos( a burguesia), mas toda a sociedade.
             A falta de um entendimento comum por parte dos sociólogos possibilitou o desencadear do nascimento de diferentes tradições sociológicas ou distintas sociologias, como preferem afirmar alguns sociólogos. A existência de interesses opostos na sociedade capitalista penetrou e invadiu a formação da sociologia.

  •  Os profetas do passado

            Os conservadores chamados de “profetas do passado” construíram suas obras contra a herança dos Iluministas. O pensamento conservador era inspirado na  sociedade feudal, com sua estabilidade e acentuada hierarquia social.
            O ponto de partida dos conservadores foi o impacto da Revolução Francesa. Esses pensadores criticavam com severidade a sociedade industrial/moderna. Eram defensores das instituições religiosas, monárquicas e aristocratas que se encontravam em processo de desmoronamento. Não viam nenhum progresso numa sociedade cada vez mais alicerçada no urbanismo, na indústria, na tecnologia, na ciência e no igualitarismo. A época moderna era dominada pelo caos social, pela desorganização e pela anarquia. A manutenção da ordem social devia ser centrada no estudo de instituições sociais como a família, a religião e o grupo social.

Os principais pensadores conservadores:
  • Edmund Burke (1729-1797);
  • Joseph de Maistre (1754-1821);
  • Louis de Bonald (1754-1840);

As idéias desses conservadores influenciaram outros positivistas como:
  • Saint Simon (1760-1825);
  • Augusto Comte (1798-1857)

Esses conservadores influenciaram o pensamento e a produção científica dos sociólogos chamados de “Clássicos da Sociologia”, são eles:
  • Karl Marx (1818-1883);
  • Émile Durkhein (1854-1917);
  • Friedrich Engels (1820-1903);
  • Max Weber (1864-1920)
Os diferentes contextos (econômico, social, político e cultural) vivenciados por cada autor é relevante na produção de suas teorias sociais e as diferenças entre elas.

A Ilha das flores



A ilha das flores, produção de Jorge Furtado, nos transporta a uma gama de questionamentos relevantes, os quais viabilizam uma reflexão preponderante em relação às problemáticas sociais abordadas no documentário, dando destaque às contradições que existiam e ainda são totalmente atuais entre as classes sociais. Concebemos a percepção de um mundo real, que em sua totalidade nos é alheio na maioria das vezes, e acaba passando despercebido.
Ao considerarmos as questões destacadas, como desigualdade social e extrema miséria, ressaltando as incoerências em nossa sociedade, nos apercebemos que essas questões permanecem iguais como há 20 anos.
As contradições elencadas são demasiadamente extremas, é pertinente que nos transportemos a uma reflexão contínua sobre as nossas lutas pela humanidade, pela solidariedade e acrescento, pela eminente necessidade de inserção social cidadã, remetendo à oportunização da aquisição dos direitos humanos básicos de igualdade, saúde, educação, lazer, alimentação, cultura... e respeito!

Mitos


TEOGONIA DE HESÍODO: A ORIGEM DOS DEUSES
GRÉCIA SÉCULO 8 a.C.


Nas campinas da região da Beócia, Hesíodo pastoreava seu rebanho, quando, de repente, ouviu um canto sublime. Vozes suaves, que pareciam sair do nada, o chamavam pelo nome e lhe diziam que por ordem de Zeus, vieram para torná-lo poeta. Eram as Musas, filhas de Zeus, o supremo do Olimpo, que o chamavam. Elas lhe ensinaram a poesia que revelaria aos homens o conhecimento da origem dos deuses.
Hesíodo ouve das Musas a narrativa sagrada da origem dos deuses, e é orientado por elas, a relatar em versos, como Zeus, viera a ser o pai dos deuses e dos homens e como distribuíra os poderes entre os deuses e os homens, definido, assim, a ordem (kósmo) do mundo, a harmonia universal.
Conforme o que lhe foi revelado, Hesíodo escreveu o poema Teogonia (1022 versos), onde narra que, no princípio, havia apenas quatro seres divinos Caos, Gaia (Terra) de amplos seios, Tártaro (abismo) e Eros, o mais belo entre os deuses imortais, presente em todas as gerações, pois ele é Amor, fundamento de todas as uniões.
Caos gerou Êrebo (treva) e Noite. Noite, por sua vez, pariu terrível prole: Morte, Sono, as três Sortes, Éter e Dia.
Gaia (Terra) gerou um ser capaz de cobri-la inteiramente: Urano (céu). E também pôs no mundo as Montanhas (morada das Ninfas) e o Mar. Unida a Urano, Gaia deu origem aos deuses Titãs, sendo o mais jovem deles Cronos, que nutriu intenso ódio por seu pai. Gerou também os violentos Ciclopes, Trovão, Relâmpago, Arges e os hecatonquiros Briareu, Cotos e Giges – criaturas enormes, das quais saiam cem braços sem forma, assim como cinqüenta cabeças presas sobre o ombro.
Para finalizar a ordenação da Terra, há três mitos. Em primeiro lugar o de Cronos. Um dia quando seu pai Urano veio se estender sobre Gaia, Cronos saiu de seu esconderijo, e com uma foice de dentes agudos castra o pai e lança ao mar o membro cortado que ejacula uma última vez. Da espuma nasce Afrodite, a deusa da beleza e do amor. Urano deixa a Cronos uma maldição: que ele teria um filho que o destruiria.
Cronos liberta os titãs presos pelo pai e os domina tornando-se detentor máximo do poder. Une-se a Réia, sua irmã, mas os filhos gerados por ela, devido à maldição de Urano, são engolidos por Cronos. Quando Réia estava grávida de seu sexto filho, pede a sua mãe (Terra), que lhe ajude a salvá-lo. Quando este nasce, Terra o esconde e envolve uma grande pedra com os panos do recém-nascido, e entrega a Cronos que sem suspeitar do ardil devora a pedra. Fica, assim, seu filho Zeus, protegido e seguro.
O Segundo mito é o de Zeus, filho de Cronos e Réia, salvo pela astúcia de sua avó Terra. Conforme a maldição de Urano Zeus enfrenta o pai e o obriga a regurgitar a pedra e os irmãos que engolira. A pedra é cravada em Delfos ao pé do monte Parnaso. Comandando os irmãos (Héstisa, Deméter, Hera, Hades e Posídon) e os tios Ciclopes, Zeus luta contra Cronos e seus aliados Titãs. Vence o pai na luta contra os Titãs, e o acorrenta no Tártaro. Distribui as honras da vitória entre seus aliados e distingue deuses imortais de homens mortais (mito de Prometeu). Assim, Zeus estabelece a ordenação do mundo segundo a sua vontade.
NO terceiro mito, o supremo do Olimpo consolida seu poder ao abater Tifeu. Zeus possuiu Gaia (Terra), que gerou Tifeu, abominável divindade de cem cabeças de serpente. Da boca e dos olhos expelia fogo e tal era sua força que teria reinado sobre os imortais e mortais, não fosse Zeus combatê-lo em um duelo horrendo, onde o abate e lança-o no Tártaro.
Assim, confirma Zeus seu poder supremo e passa a reinar absoluto no Olimpo unindo-se a deusas imortais e mulheres mortais que geram os deuses do Olimpo.
A Teagonia, que os estudiosos afirmam ser o primeiro poema escrito do Ocidente, termina com a origem dos deuses Olimpo e de suas decadências.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Projeto na Escola





O Projeto Ler e Escrever, muito Prazer! É uma ação da Escola João Barbosa de Lucena, produto de um projeto criado pela coordenação da Secretaria Municipal de Educação, que tem levado os estudantes do Ensino Fundamental ao mundo mágico da leitura e da produção textual. Através das atividades realizadas com as professoras nas salas de aula, os estudantes puderam conhecer e pôr em prática os mais diversos gêneros textuais, transformando-se em verdadeiros escritores e artistas.
Vamos embarcar nesta viagem e ter o prazer de explorarmos através da leitura e da escrita um mundo repleto de imaginação.
Afinal, Ler e Escrever, é um prazer!!!


Coruja: Símbolo da Pedagogia


Coruja: Símbolo da Pedagogia



As corujas são os símbolos da filosofia e da pedagogia devido à inteligência, argúcia, astúcia, sensibilidade, visão e audição super potente das corujas. A coruja tem visão 180% superior ao do homem. Ela enxerga tudo ao seu redor apesar de ser daltônica, não identificando a cor vermelha, e poder mexer completamente a cabeça (gira-a para todos os lados, pois tem os olhos completamente separados). É muito difícil enganá-la, ela percebe "segundas intenções".É muito difícil criá-la em cativeiro, sendo uma ave muito ligada a sua família, não abandona os filhos em hipótese alguma, sendo o macho quem cuida dos filhotes e a fêmea é quem sai par caçar.Existem diversas representações para este símbolo, a Coruja, no que se refere as representações para a Filosofia e Pedagogia; no entanto, podemos observar na figura símbolo:
1º) A cabeça da coruja possui um formato ovalado, quase arredondado, que faz imaginar a figura do globo terrestre. Isso permite considerar que a formação do pedagogo é para todos os cantos do mundo. É universalista, pluralista;
2º) Acima dos olhos e abaixo da cabeça a penugem do pássaro forma uma semelhança de letra “V”, que pode ser interpretada como a primeira letra da palavra “Vida”; afinal, o Pedagogo será o profissional apto a preparar o ser humano para a vida toda, não apenas para o saber;
3º) O olho direito está bem aberto e é formado de uma espécie de circunferência com escamas que fazem lembrar a representação de ondas concêntricas. E o olho esquerdo apresenta-se fechado Essa representação parece permitir a interpretação de que o pedagogo é aquele que precisa concentrar-se no conhecimento, na construção da própria personalidade, na reflexão, na formação de princípios (olho fechado). Um olhar para dentro (introspecção) e um olhar para fora (extrospecção), para o mundo (o olho direito) que se projeta para o futuro e irradia suas ondas de conhecimento para um além bem distante;
4º) O pássaro dá a impressão de mostrar-se com o peito aberto, estufado para frente. Isso pode representar a coragem, a ousadia que o pedagogo precisa assumir para levar em frente sua missão, suas metas, seus objetivos, frente às dificuldades profissionais suas e as dificuldades culturais, sociais e psíquicas dos seus educandos;
5º) Uma das asas do pássaro empunha um lápis que escreve sobre um livro que, por sua vez, está sobre outro livro. Hoje já existem símbolos da pedagogia que apresentam três livros. Isso pode significar que o ler e o escrever são as ferramentas que darão asas para o ser humano voar em busca de sua autorrealização e libertação. O Pedagogo é o iniciante deste processo porque ele começa a sua atuação nas primeiras séries da educação básica, mas continua por toda a educação fundamental e média até a superior. Um livro, pois, representa as séries iniciais, todas as séries da fundamental e média e o outro livro pode representar o nível superior que é onde o pedagogo vai buscar e construir sua ciência, as bases para sua prática e os fundamentos éticos para a construção de sua personalidade que será também espelho para os seus educandos;
6º) As garras do pássaro se afirmam com vigor na base que apóia seus pés. Isso permite significar a profundidade, a firmeza intelectual, cultural, pedagógica e moral que devem ser qualidades essenciais do pedagogo;
7º) Por fim, a cauda do pássaro apresenta uma clara conotação de elemento de equilíbrio para o pássaro. Assim também a pessoa do pedagogo deve primar-se pelo equilíbrio, pela personalidade segura pela capacidade de mediar as suas exigências pessoais e profissionais com dificuldades sociais que ele vai encontrar nas salas de aulas, escolas, familiares e colegas de profissão. O equilíbrio que, em ética se chama virtude da prudência, é justamente a balança que pesa nas proporções necessárias tanto o ardor do pedagogo na exigência de condições razoáveis para o exercício de sua profissão quanto no seu posicionamento ético de não trabalhar só pelo salário mensal e para a satisfação de suas necessidades puramente materiais.


Fonte: